sexta-feira, 27 de abril de 2012
Por um sindicato moderno
Em nossa visão, a função principal do sindicato é lutar por salários. Atualmente, observamos uma grande distorção salarial na carreira docente, enquanto temos professores que ganham menos que o salário mínimo, como é o caso do professor auxiliar com carga de 20 horas, temos classes com salários razoáveis, como o professor associado ou o professor titular. Entretanto, mesmo nestes casos, a remuneração é inferior à de diversas carreiras de nível médio do serviço público federal, o que constitui um acinte à categoria. A desvalorização salarial a que estamos submetidos não tem impactos financeiros somente, representa antes de tudo um grave perigo ao futuro da universidade pública, gratuita e com ensino de qualidade, ainda mais quando consideramos que os docentes contratados a partir de agora não terão mais o benefício da aposentadoria integral (ou quase integral, para os que entraram depois de 2003). Se antes da aprovação dos fundos de pensão para o funcionalismo público já havia dificuldade em contratar novos docentes, com o achatamento salarial e o fim da aposentadoria integral a situação tende a piorar, impactando diretamente na qualidade do ensino e pesquisa desenvolvidos nas universidades federais.
O sindicato de hoje é mais do que o sindicato de porta de fábrica de cinquenta anos atrás, onde os seus associados quando tinham a necessidade de lutar por melhores salários, deveriam fazer isto no local. Hoje o sindicato deve se modernizar, não há sentido em se deslocar toda semana ao sindicato, principalmente em se tratando de um sindicato de Professores (que, com sua multiplicidade de tarefas e sobrecarga de trabalho, possuem pouco tempo para se dedicar ao sindicato). Um sindicato moderno deve se utilizar das ferramentas disponíveis para defender os seus associados, sejam elas judiciais ou não. Pesquisas de opinião, pesquisas on-line, plebiscitos, facebook, twiter e outros são instrumentos de grande valia neste momento em que vivemos. Não é aceitável que retornemos ao tempo em que se fazia fila nas portas das fábricas mesmo porque nosso “patrão” não está aqui e sim em um confortável escritório na Esplanada dos Ministérios. Podemos fazer muito mais com os instrumentos hoje disponíveis do que há cinquenta anos atrás. Queremos um sindicalismo moderno e que defenda a categoria. Um sindicalismo livre das amarras do aparelhamento político-partidário. Um sindicalismo plural e que possa abrigar todos os movimentos sociais. Um sindicalismo de pessoas que sonham mas não se distanciam do fazer.
Por um sindicato moderno e eficiente, por um sindicato novo. Nos dias 8 e 9 de Maio, vote Chapa 1, ADUnB para os Professores: União, Valorização e Eficiência.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Principais realizações da gestão 2010-2012
Ações
judiciais:
- Fim do pagamento da contribuição previdenciária sobre as férias;
- Restituição do pagamento da gratificação VPNI;
- Direito de férias para professor em afastamento;
- Pagamento das funções gratificadas (coordenador);
- Restituição das perdas geradas pelo corte da gratificação VPNI;
- Pagamento da parcela da URP sobre o 13º de 2009;
- Pagamento de insalubridade e periculosidade;
- Reenquadramento dos professores associados;
Outras realizações:
Progressão funcional quando em estágio probatório;
Recuperamos cerca de R$ 4.000.000,00 que estavam retidos sob a forma de FGTS, por meio de convênio com a CEF;
Obtivemos sucessivos superávits e estamos atualmente com R$ 2.850.000,00 (Março/2012) em caixa;
Fortalecemos a ADUnB como espaço do professor, com salão de jogos, Happy Hours com grande presença também realizados nos Campi;
Realizamos Assembleias nos Campi, com pautas específicas e pautas do movimento docente local e nacional;
Negociamos espaço físico nos Campi para instalação de subsedes da ADUnB;
Tivemos recorde de público nas festas organizadas pela ADUnB, com mais de 1000 associados presentes;
Realizamos convênios com clubes (ASBAC), e hotéis de Rio Quente/GO e Caldas Novas/GO;
Contratamos seguro de vida para todos os associados;
Implementamos sistemas de consulta e pesquisa eletrônicos;
Realizamos pesquisas de opinião e plebiscitos para temas relevantes;
Estamos finalizando o projeto da sede da ADUnB, com a construção do auditório;
Principais ações
Lutar por salários justos e dignos;
Coordenar ações em prol da isonomia salarial dos professores;
Discutir um plano de carreira que contemple os objetivos, as especificidades e o mérito de nossa profissão;
Reivindicar a manutenção dos direitos adquiridos durante a carreira docente quando da progressão para o cargo de professor titular;
Debater e propor mecanismos mais justos e ágeis de progressão por mérito e por tempo de serviço;
Reivindicar a extensão das gratificações e equiparação da remuneração dos aposentados com os servidores da ativa;
Reivindicar mecanismos que garantam uma aposentadoria justa para os professores enquadrados no novo regime de previdência;
Tornar a ADUnB cada vez mais representativa, ampliando o número de filiados por meio de campanhas, criando mecanismos que fomentem participação efetiva dos docentes de todos os Campi e realizando pesquisas de opinião e plebiscitos;
Lutar por melhores condições de trabalho, incluindo serviços de apoio à docência, pesquisa e extensão;
Fortalecer a discussão sobre os métodos de avaliação acadêmica, privilegiando a qualidade do trabalho docente, considerando as especificidades de cada área;
Reivindicar a aplicação de critérios transparentes para a concessão de moradia funcional;
Viabilizar alternativas que garantam a cobertura dos planos de saúde, sem perder a perspectiva de luta solidária pela universalização dos serviços de saúde;
Dar continuidade à renovação, participação e o fortalecimento do Conselho de Representantes;
Continuar aprimorando os canais de discussão e divulgação das questões do sindicato (boletins, jornais, fóruns, encontros, etc.);
Ampliar a transformação da Casa do Professor como lugar efetivo de encontro e convivência entre os professores, com palestras, lançamentos de livros, discussões, cultura e lazer, enfim, num local de interação efetiva e afetiva;
Promover e estimular eventos (debates, seminários) que integrem a comunidade universitária (docentes, discentes e servidores administrativos) na discussão e encaminhamento de propostas para a construção democrática de uma UnB que cumpra seus objetivos e garanta a qualidade de ensino, da pesquisa e da extensão, sem prejuízo das diferenças.
Respeito e apoio às opiniões da maioria dos docentes, quer sejam expressas por meio de pesquisas de opinião, plebiscitos ou a Assembleia;
Defesa incondicional dos direitos do professor, seja em questões administrativas ou trabalhistas;
Aplicação de parte do caixa da ADUnB em benefício do professor, finalizando o projeto da sede, e implantando subsedes nos Campi;
Dar continuidade à apresentação mensal dos balancetes, disponíveis na secretaria, e à realização de auditoria externa e anual nas contas da ADUNB.
Plataforma relativa aos novos docentes e novos Campi
Um
desafio novo será integrar os novos Campi e cursos à Universidade
de Brasília, de forma a assegurar qualidade de ensino, de pesquisa e
de extensão. A Chapa 1 tem uma profunda preocupação com o processo
de expansão do REUNI, em especial quanto à expansão extra Darcy
Ribeiro, no entanto sem desconsiderá-lo. Nesse sentido a Chapa 1 é
composta por representantes destas novas unidades, pois acreditamos
que isto confere a mesma importância aos professores novos e aos
mais antigos. Investiremos nossos esforços em criar uma atmosfera
política favorável à resolução dos problemas já apresentados.
Discutiremos formas de avaliação dos resultados da expansão da
UnB, buscando perspectivas positivas de organização. Alguns pontos
terão atenção especial:
- Instituição do Auxílio Moradia para os professores dos novos Campi, considerando que, para ficarem próximos do trabalho, grande número de professores mora em Águas Claras, Sobradinho, Planaltina, Gama e Taguatinga. A exemplo da proposta da CAC para o corpo discente, os professores devem perceber um auxílio, dada a inexistência de moradia funcional fora do plano piloto. Esse princípio segue o do auxílio alimentação e auxílio transporte, isto é, está de acordo com o princípio da isonomia;
- Implantação do atendimento jurídico nos novos Campi;
- Apoio à política de expansão, em especial na garantia de que o processo previsto termine como foi proposto inicialmente: o objetivo seria a entrega dos prédios adequados e quadro completo de professores, funcionários e técnicos;
- Representação sindical nos Campi, sob forma de um posto avançado de atendimento, com autonomia relativa;
- Adequação e reconhecimento do estatuto dos Campi no estatuto atual da UnB, tirando as novas unidades do 'limbo' jurídico atual;
Apresentação dos integrantes da Chapa 1
Rafael Morgado, candidato à Presidente, professor da Faculdade Gama
Possui graduação em Física pela Universidade Estadual de
Campinas (1998), mestrado em Física pela Universidade de Brasília (2001) e
doutorado em Física pela Universidade de Brasília (2004). Realizou estágio pós
doutoral no departamento de Matemática da Universidade de Brasília, e
atualmente é professor Adjunto I, na área de sistemas eletrônicos, com atuação
no novo Campus do Gama da Universidade de Brasília. Também é bolsista de
produtividade em pesquisa do CNPq, nível 2F. Tem experiência em computação e
programação paralela, com ênfase no desenvolvimento de arquiteturas para
computação de alta performance em cluster e no desenvolvimento de aplicações
científicas massivamente paralelas. Desenvolveu diversos algoritmos paralelos,
dentre os quais algoritmos tipo Monte Carlo para simulação de processos
estocásticos e implementações do algorítimo genético. Também tem experiência na
área de Física Estatística e Processos Estocásticos, tendo publicado dezessete
artigos científicos em periódicos internacionais, sendo dez classificados como
Qualis A. Atualmente desenvolve pesquisas em computação de alta performance,
buscando sistemas de hardware com melhor relação custo/benefício, além de
desenvolver bibliotecas para programação científica e simulações de sistemas
físicos.
Therese Hofmann, candidata à 1ª
Vice-Presidente, professora do Instituto de Artes
Possui graduação em Licenciatura em Educação Artística pela
Universidade de Brasília (1990), mestrado em Arte e Tecnologia da Imagem pela
Universidade de Brasília (1999) e Doutorado em Desenvolvimento Sustentável
(2008) pelo CDS/UnB. É professora Adjunta Dedicação Exclusiva do Departamento
de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade de Brasília onde atua
desde 1991. Atualmente é Diretora Cultural da Associação Brasileira Técnica de
Celulose e Papel. Sua área de atuação é Artes, com ênfase em Arte Educação.
Atualmente é coordenadora do curso de graduação de licenciatura em artes
visuais a distância do Programa Prolicenciatura. Sua linha de pesquisa é
Materiais em Arte e Papel Artesanal, atuando principalmente nos seguintes
temas: materiais para arte educação, papel artesanal, reciclagem,
reaproveitamento, celulose e papel, materiais em arte e inclusão social.
Já foi vice chefe do departamento de Artes Visuais em dois mandatos
não consecutivos, Diretora da Diretoria de Esporte Arte e Cultura- DEA/DAC
entre 1993-1997, Decana de Assuntos Comunitários entre 1997- 2005. Coordenadora
do curso de graduação de licenciatura em artes visuais a distância do programa
Universidade Aberta do Brasil entre 2007 - 2011.
Possui publicação na área de
celulose e papel, papel artesanal e materiais em arte.
Detém duas patentes registradas no INPI: Reciclagem de Papel
Moeda (1996) e Reciclagem de Bitucas de Cigarro(2003).
Paulo Sérgio França, candidato à 2º Vice-Presidente, professor
da Faculdade de Medicina
Graduado em Medicina (1979) pela
Universidade de Brasília, e possui mestrado e doutorado em Imunologia e
Genética Aplicados pela Universidade de Brasília. Atualmente é Professor
Adjunto IV da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Medicina ,
com ênfase em Saúde Materno-Infantil. Realiza pesquisas em malformação
congênita, crescimento fetal intra-útero, técnicas de ultra-sonografia,
genética clínica, saúde perinatal, Educação, desenvolvimento humano, saúde
coletiva,saude da familia e Pré-natal. Foi vice-diretor da Faculdade de
Ciências da Saúde (1998-2001).
Itiberê Saldanha, candidato à Suplente da Presidência, professor
da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária
Professor da Universidade de Brasília - UnB desde 1988, lotado
na Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária - FAV. Formado em Zootecnia
pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC/RS (1984),
Mestrado em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (1988),
Doutorado em Ciência Animal e Pastagens (Área de Concentração:Melhoramento
Genético Animal) pela Escola Superior de Agricultura &Luiz de Queiroz
/ESALQ da Universidade de São Paulo - USP (2004). Foi Chefe e Sub-Chefe do Departamento
de Agronomia da UnB e primeiro Gestor da Área de Zootecnia da FAV, atualmente é
membro do Conselho da FAV e do CONSUNI. Avaliador de Curso de Nível Superior do
Ministério da Educação - MEC e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira - INEPE. Coordenador da Prova de Ganho de Peso
Bovinos de Corte da Universidade de Brasília - UnB. Ministra as disciplinas:
Melhoramento de Genético Animal , Zootecnia Geral e Tópicos Especias em
Zootecnia II Melhoramento Animal. Tem experiência na área de Zootecnia, atuando
principalmente nos seguintes temas de pesquisas: Melhoramento Genético Animal ,
avaliação genética, Melhoramento de Bovinos de corte, modelos matemáticos,
estimação de componentes de (co)variância, regressão aleatória, fatores
ambientais, características de crescimento bovinos de corte, bovinos de corte,
efeitos maternos, raça guzerá, Agronegócio na Pecuária de Corte, estudo de
sistemas de produção na pecuária de corte, pesquisa em confinamento de bovino
de corte, modelagem para otimização de sistemas de produção animal.
Sandra Luz, candidata à Secretária Geral, professora da
Faculdade Gama
Possui graduação em Engenharia Industrial Química pela Faculdade
de Engenharia Química de Lorena (2001), mestrado em Biotecnologia Industrial
pela Faculdade de Engenharia Química de Lorena (2004) e Doutorado em
Biotecnologia Industrial pela Escola de Engenharia de Lorena/USP. Desenvolveu
atividades de pesquisa no Instituto Superior Tecnico de Lisboa em Portugal em
2006 (Doutorado Sanduíche) e entre 2008-2009 (Pós-doutorado em Ecodesign). Tem
experiência na área de Engenharia Química, com ênfase em Tecnologia Química e
Biotecnologia Industrial, atuando principalmente nos seguintes temas: fibras
naturais, celulose, compósitos, processamento de compósitos, morfologia,
modificação química, análise de ciclo de vida e ecodesign. Durante sua vida
acadêmica foi ganhadora de 3 prêmios na área de compósitos reforçados com fibra
natural e já publicou 12 artigos em periódicos internacionais. Atualmente é
professora na Universidade de Brasília, atuando na área de Engenharia de
Energia.
Jaime Santana, candidato à 1º Secretário, professor do Instituto
de Biologia
Jaime Martins de Santana é biólogo pela UnB com mestrado em
biologia molecular - UnB - 1988 e doutorado em Imunologia e genética -
UnB/Universidade de Poitiers-França - em 1993. Foi Prof. visitante no Museu de
História Natural de Paris (1994, 1995 e 1999) e pesquisador associado da
Northwestern University - Chicago - em 1997/98. É professor do Departamento de
Biologia Celular da UnB desde 1989 (atualmente é Prof. titular). Foi Chefe do
Departamento de Biologia Celular, membro de vários conselhos da UnB e
Coordenador, por 3 mandatos, do Programa de Pós-Graduação em Patologia
Molecular-Faculdade de Medicina. É membro do Comitê Medicina I da CAPES de
avaliação de Pós-Graduação.
A linha de pesquisa principal é caracterização molecular e
funcional de alvos de drogas em Trypanosoma cruzi e outros patógenos. Também
atua em entomologia molecular de vetores de doenças tropicais. Os projetos
referem-se a aspectos da biologia molecular, biologia celular, enzimologia,
bioquímica e biologia estrutural de enzimas candidatas a alvos de drogas
tripanocidas para quimioterapia da Doença de Chagas e outros patologias. Publicou
48 trabalhos em periódicos especializados, orientou 11 dissertações de mestrado
e 6 teses de doutorado.
Moisés Balestro, candidato à Suplente da Secretaria, professor
da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária
Possui mestrado em Administração pela UFRGS (2002) e Doutorado
em Ciências Sociais pela UnB (2006). É Professor Adjunto III da Faculdade de
Agronomia e Veterinária (FAV). Atua no Programa de Pós-graduação em
Agronegócios (PROPAGA) e no Centro de Pesquisa e Pós-graduação sobre as Américas
(CEPPAC). Pesquisador na área de sociologia econômica. Suas áreas de interesse
são diversidades do capitalismo, construção social de mercados, inovação e
desenvolvimento e desenvolvimento rural. É membro da Society for the
Advancement of Socio-Economics (SASE), da IberoAmerican Academy of Management,
da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) e da Sociedade Brasileira de
Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER). Possui artigos em
periódicos e capítulos de livros em temas sobre políticas públicas de emprego,
desenvolvimento, inovação e gestão. Foi Coordenador de Graduação do curso de
Gestão do Agronegócios do Campus de Planaltina (2007-2009) e Coordenador de
Pós-Graduação do PROPAGA (2009-2011). Foi também representante do Campus de
Planaltina no CEPE (2007-2009).
Eurípedes da Cunha - candidata à 1ª Tesoureira, professora
Aposentada do Departamento de Antropologia da UnB
Eurípedes da Cunha Dias é professora aposentada Adjunta do
Departamento de Antropologia da UnB. Possui graduação e Licenciatura em
Pedagogia pela Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Goiás (1961),
Mestrado pelo Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro (1974) e
Doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo ((1991). Foi a primeira
diretora em campo do Campus Avançado Aragarças- Barra do Garça (1970),
Coordenadora do Curso de Graduação de Antropologia Social (1982 e 1992),
coordenadora da Coordenadoria de Desenvolvimento Educacional do Centro de
Acompanhamento e Desenvolvimento Educacional /CADE (1987), sub chefe do
Departamento de Antropologia (1992) e Coordenadora do Programa de Pós-
Graduação em Antropologia Social. Ministrou aulas nos cursos de graduação,
mestrado e doutorado. Os principais temas de pesquisas realizadas foram:
movimentos religiosos, pequeno produtor e movimentos sociais.
Anderson Nascimento, candidato à 2º Tesoureiro, professor da
Faculdade de Tecnologia
Possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade de
Brasília (1998), mestrado em Information And Communication Engineering -
University Of Tokyo (2001) e doutorado em Information And Communication
Engineering - University Of Tokyo (2004). Antes de retornar a sua alma mater, o
professor Nascimento foi pesquisador permanente da Nippon Telegraph and Telecom
Corp. Atualmente é professor adjunto da Universidade de Brasília, coordenador
de graduacao do curso de engenharia de redes de comunicação e coordenador
acadêmico do mestrado profissional em informatica forense do departamento de
engenharia elétrica (organizado em parceria com a Polícia Federal -- Ministério
da Justiça). É revisor dos periódicos IEEE Transactions on Information Theory ,
IEICE Transactions on Fundamentals of Electronics, Journal of Physics A,
Journal of Cryptology, dentre outros. Tem experiência nas áreas de Engenharia
Elétrica e Ciência da Computação, com ênfase em Segurança da Informação e
Criptografia. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq (nível 2). O
prof. Nascimento é membro efetivo do programa de pós-graduação em engenharia
elétrica e do programa de pós-graduação em informática da universidade de
Brasília, tendo participado ativamente da criação de ambos os programas.
Orientou 14 alunos de mestrado e 1 aluno de doutorado. Ele publicou algumas
dezenas de artigos em conferências e periódicos científicos de alto prestígio e
é detentor de uma patente internacional. O prof. Nascimento é revisor ad-hoc da
FINEP, CNPq e da FAPDF e já prestou consultoria para diversas empresas como
SAGEM-ORGA, Dell Computers, Nortel Networks, Q-Free, etc. O professor
Nascimento é consultor da Agência Brasileira de Inteligência e vice-coordenador
da comissão especial de segurança da informação da sociedade brasileira de
computação (SBC). O professor Nascimento foi cordenador do comitê de programa
do IX Simpósio Brasileiro de Segurança da Informação e de Sistemas
Computacionais e também foi o coordenador geral da XI edição do mesmo evento.
Bernhard Enders, candidato à Suplente da Tesouraria, professor
da Faculdade de Planaltina
Licenciado em Física pela Universidade Federal de Uberlândia
(2000), possui mestrado (2002) e doutorado (2007) em Física teórica pela
Universidade de Brasília. Atualmente é professor adjunto da Universidade de
Brasília lotado no campus de Planaltina. Professor com mais de 15 anos de
experiência no magistério, ministra disciplinas de Física e Computação. Possui
experiência profissional em teoria da computação, linguagens e técnicas de
programação, estrutura de dados, desenvolvimento de sistemas para a web,
programação paralela massiva e estrutura eletrônica de materiais semicondutores
nanoestruturados.
Nos dias 8 e 9 de Maio, vote Chapa 1 - ADUnB para os professores: União, Valorização e Eficiência
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Análise de conjuntura
A eleição para a diretoria da ADUnB ocorrerá nos dias 8 e 9 de maio. Temos ciência de que a presente eleição ocorre num momento de intensa luta política, que demandou a mobilização da comunidade docente, o que pode ser verificado pelo significativo incremento no número de associados (mais de 2000) e na participação massiva no plebiscito mais participativo e representativo da história da nossa Associação. No entanto, a participação docente pode e deve aumentar. Hoje temos à disposição diversos meios de comunicação que facilitam a participação e a integração dos professores. Além das ferramentas tradicionais, como pesquisas de opinião e plebiscitos, as ferramentas da internet destacam-se neste contexto, e com o aval dos associados, devem ser utilizadas com maior intensidade. Consultas eletrônicas, debates virtuais, divulgação em redes sociais e as diversas ferramentas de comunicação virtual podem ajudar a qualificar e a democratizar o debate.
Queremos aproximar ainda mais a ADUnB dos professores, fisicamente e virtualmente. Uma maior aproximação dos professores se traduz no respeito à pluralidade. Repudiamos o sectarismo e a instrumentalização da entidade sindical por partidos políticos e grupos minoritários. Os movimentos sociais devem ter a soberania para utilizar os instrumentos de luta adequados a cada conjuntura. Continuaremos a ter uma postura pró-ativa em relação aos graves problemas enfrentados pela universidade e pela sociedade.
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