sexta-feira, 11 de maio de 2012

Agradecimentos aos eleitores

A massiva participação nesta eleição da diretoria da ADUnB é fruto do amadurecimento político dos nossos associados cuja mobilização e união possibilitaram a nossa expressiva vitória, com 62% dos votos válidos. Para a Chapa 1, isto mostra nossa união em torno de uma universidade melhor, com melhores salários, valorização do nosso trabalho com melhores condições de pesquisa, ensino e extensão, além de uma gestão eficiente da nossa ADUnB.

Defendemos a posição dos professores expressa no último plebiscito que votou pela aplicação da lei, ou seja, proporcionalidade mínima de 70% para os professores e consulta em um único turno. Com relação à consulta em si, entendemos que a entidade sindical deve ser independente. A ADUnB não apoiará nenhum candidato à Reitor. Agradecemos aos nossos eleitores e reiteramos o compromisso público de continuar a lutar pelas nossas causas junto ao Governo Federal e à administração central da UnB, quando pertinente.

Chapa 1 - ADUnB para os Professores: União, Valorização e Eficiência.
                

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Agradecimentos

Nesta campanha, visitamos a maioria dos departamentos da UnB. Gostaríamos de agradecer o apoio e a receptividade dos colegas que demonstraram claramente que tipo de sindicato desejam para representar os seus interesses. Um sindicato moderno e representativo, que respeita a posição da maioria e quer ouvir cada vez mais a sua voz, seja por meio de plebiscitos, pesquisas de opinião, Assembléias multi-campi, ou outras formas virtuais. Pedimos à todos os que simpatizam com nosso projeto político que não deixem de votar nesta terça e quarta-feira, dias 8 e 9 de Maio. Somente com o seu voto poderemos fortalecer a democracia nas decisões da ADUnB.

Professor, contamos com o seu voto!

Por um sindicato moderno e eficiente, por um sindicato novo. Nos dias 8 e 9 de Maio, vote Chapa 1, ADUnB para os Professores: União, Valorização e Eficiência.

sábado, 5 de maio de 2012

Como avaliar a produção docente

O atual sistema de avaliação da produção docente possui limites que dificultam levar em consideração a diversidade e as especificidades da produção nas diferentes áreas do conhecimento.

É fato que cada área possui suas particularidades, e é preciso construir um sistema de avaliação que leve isto em conta. Devemos fugir de mecanismos que avaliam somente o número, sem quaisquer preocupações com relação ao tempo e forma de produção existentes nas diversas áreas. A avaliação da qualidade da produção é um tema bastante complexo, e que merece um debate mais amplo na comunidade universitária. O sentido maior do trabalho docente não pode ser o de atender a indicadores, mas de contribuir com o entendimento e solução dos problemas das diferentes comunidades cientificas e da sociedade.

Um equívoco frequentemente cometido é a utilização de critérios de avaliação coletivos para cursos de pós-graduação em avaliações individuais  para progressão funcional ou estágio probatório. Ao avaliar-se um conjunto grande de pesquisadores é razoável que sejam utilizados critérios estatísticos (que precisam ser debatidos, se objetivamos a melhoria na qualidade da produção docente), mas a avaliação individual deve antes de tudo olhar as particularidades da produção intelectual.

Um outro problema com o atual sistema de avaliação é que se considera somente a qualificação dentro da área na qual se supõe que a produção foi realizada. Entretanto, isto pode não corresponder à realidade, tendo em vista o fortalecimento de trabalhos interdisciplinares. Hoje é comum encontrarmos pesquisadores desenvolvendo ciência de qualidade na fronteira entre diversas áreas que não encontram respaldo neste tipo de avaliação.

Também igualmente importantes são as atividades de ensino, extensão e administrativas, sem as quais a academia perde o seu sentido. É importante avaliar estas atividades de maneira justa, sob pena de privilegiar somente uma das muitas atividades docentes.

Precisamos buscar métodos de avaliação que privilegiem a qualidade da produção docente, seja ela sob a forma de pesquisa, ensino, extensão ou atividades administrativas, em detrimento da avaliação puramente numérica e estática. Assim, precisamos urgentemente iniciar a discussão sobre os métodos de avaliação da produção, seja para fins administrativos como a progressão funcional docente, ou para fins acadêmicos, como a avaliação de cursos de pós-graduação, bolsas de pesquisa, projetos, dentre outros.

Por um sindicato moderno e eficiente, por um sindicato novo. Nos dias 8 e 9 de Maio, vote Chapa 1, ADUnB para os Professores: União, Valorização e Eficiência.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Carreira e salários: Nossos interesses em comum


A carreira dos professores universitários federais possui uma incoerência que a coloca em situação de desvantagem frente às demais carreiras do poder executivo. A incoerência se expressa na contradição entre a elevada exigência de titulação para o ingresso na carreira, a progressão funcional mais rigorosa e salários mais baixos em relação à média salarial de outras carreiras do poder executivo em âmbito federal.

Sabemos que salários mais altos constituem um enorme incentivo para atração de profissionais altamente qualificados, talentosos e motivados. Neste sentido, a questão salarial está no âmago da mobilização sindical. Ela constitui uma poderosa amálgama em torno da qual construímos nossa ação coletiva. Esta ação só pode ser estruturada por meio de um sindicato; uma associação de representação de interesses coletivos. A ADUnB é a nossa organização sindical que tem como função precípua levar adiante os interesses comuns dos professores da Universidade de Brasília.

A Chapa 1 continuará envidando esforços para fazer com que as nossas lutas por melhores salários sejam vitoriosas, como foi o caso da manutenção da URP em 2010. Para isso, é essencial garantir o caráter coletivo das nossas ações por meio de ampla participação de todos os professores no processo decisório do sindicato. Quanto maior a participação nas discussões e debates e quanto mais vozes forem ouvidas, maior será a legitimidade e a força de nossas reivindicações.

Por um sindicato moderno e eficiente, por um sindicato novo. Nos dias 8 e 9 de Maio, vote Chapa 1, ADUnB para os Professores: União, Valorização e Eficiência.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Por um sindicato moderno


Em nossa visão, a função principal do sindicato é lutar por salários. Atualmente, observamos uma grande distorção salarial na carreira docente, enquanto temos professores que ganham menos que o salário mínimo, como é o caso do professor auxiliar com carga de 20 horas, temos classes com salários razoáveis, como o professor associado ou o professor titular. Entretanto, mesmo nestes casos, a remuneração é inferior à de diversas carreiras de nível médio do serviço público federal, o que constitui um acinte à categoria. A desvalorização salarial a que estamos submetidos não tem impactos financeiros somente, representa antes de tudo um grave perigo ao futuro da universidade pública, gratuita e com ensino de qualidade, ainda mais quando consideramos que os docentes contratados a partir de agora não terão mais o benefício da aposentadoria integral (ou quase integral, para os que entraram depois de 2003). Se antes da aprovação dos fundos de pensão para o funcionalismo público já havia dificuldade em contratar novos docentes, com o achatamento salarial e o fim da aposentadoria integral a situação tende a piorar, impactando diretamente na qualidade do ensino e pesquisa desenvolvidos nas universidades federais.
O sindicato de hoje é mais do que o sindicato de porta de fábrica de cinquenta anos atrás, onde os seus associados quando tinham a necessidade de lutar por melhores salários, deveriam fazer isto no local. Hoje o sindicato deve se modernizar, não há sentido em se deslocar toda semana ao sindicato, principalmente em se tratando de um sindicato de Professores (que, com sua multiplicidade de tarefas e sobrecarga de trabalho, possuem pouco tempo para se dedicar ao sindicato). Um sindicato moderno deve se utilizar das ferramentas disponíveis para defender os seus associados, sejam elas judiciais ou não. Pesquisas de opinião, pesquisas on-line, plebiscitos, facebook, twiter e outros são instrumentos de grande valia neste momento em que vivemos. Não é aceitável que retornemos ao tempo em que se fazia fila nas portas das fábricas mesmo porque nosso “patrão” não está aqui e sim em um confortável escritório na Esplanada dos Ministérios. Podemos fazer muito mais com os instrumentos hoje disponíveis do que há cinquenta anos atrás. Queremos um sindicalismo moderno e que defenda a categoria. Um sindicalismo livre das amarras do aparelhamento político-partidário. Um sindicalismo plural e que possa abrigar todos os movimentos sociais. Um sindicalismo de pessoas que sonham mas não se distanciam do fazer.

Por um sindicato moderno e eficiente, por um sindicato novo. Nos dias 8 e 9 de Maio, vote Chapa 1, ADUnB para os Professores: União, Valorização e Eficiência.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Principais realizações da gestão 2010-2012


Ações judiciais:

  • Fim do pagamento da contribuição previdenciária sobre as férias;
  • Restituição do pagamento da gratificação VPNI;
  • Direito de férias para professor em afastamento;
  • Pagamento das funções gratificadas (coordenador);
  • Restituição das perdas geradas pelo corte da gratificação VPNI;
  • Pagamento da parcela da URP sobre o 13º de 2009;
  • Pagamento de insalubridade e periculosidade;
  • Reenquadramento dos professores associados;

Outras realizações:

  • Progressão funcional quando em estágio probatório;
  • Recuperamos cerca de R$ 4.000.000,00 que estavam retidos sob a forma de FGTS, por meio de convênio com a CEF;
  • Obtivemos sucessivos superávits e estamos atualmente com R$ 2.850.000,00 (Março/2012) em caixa;
  • Fortalecemos a ADUnB como espaço do professor, com salão de jogos, Happy Hours com grande presença também realizados nos Campi;
  • Realizamos Assembleias nos Campi, com pautas específicas e pautas do movimento docente local e nacional;
  • Negociamos espaço físico nos Campi para instalação de subsedes da ADUnB;
  • Tivemos recorde de público nas festas organizadas pela ADUnB, com mais de 1000 associados presentes;
  • Realizamos convênios com clubes (ASBAC), e hotéis de Rio Quente/GO e Caldas Novas/GO;
  • Contratamos seguro de vida para todos os associados;
  • Implementamos sistemas de consulta e pesquisa eletrônicos;
  • Realizamos pesquisas de opinião e plebiscitos para temas relevantes;
  • Estamos finalizando o projeto da sede da ADUnB, com a construção do auditório;

Principais ações


  • Lutar por salários justos e dignos;
  • Coordenar ações em prol da isonomia salarial dos professores;
  • Discutir um plano de carreira que contemple os objetivos, as especificidades e o mérito de nossa profissão;
  • Reivindicar a manutenção dos direitos adquiridos durante a carreira docente quando da progressão para o cargo de professor titular;
  • Debater e propor mecanismos mais justos e ágeis de progressão por mérito e por tempo de serviço;
  • Reivindicar a extensão das gratificações e equiparação da remuneração dos aposentados com os servidores da ativa;
  • Reivindicar mecanismos que garantam uma aposentadoria justa para os professores enquadrados no novo regime de previdência;
  • Tornar a ADUnB cada vez mais representativa, ampliando o número de filiados por meio de campanhas, criando mecanismos que fomentem participação efetiva dos docentes de todos os Campi e realizando pesquisas de opinião e plebiscitos;
  • Lutar por melhores condições de trabalho, incluindo serviços de apoio à docência, pesquisa e extensão;
  • Fortalecer a discussão sobre os métodos de avaliação acadêmica, privilegiando a qualidade do trabalho docente, considerando as especificidades de cada área;
  • Reivindicar a aplicação de critérios transparentes para a concessão de moradia funcional;
  • Viabilizar alternativas que garantam a cobertura dos planos de saúde, sem perder a perspectiva de luta solidária pela universalização dos serviços de saúde;
  • Dar continuidade à renovação, participação e o fortalecimento do Conselho de Representantes;
  • Continuar aprimorando os canais de discussão e divulgação das questões do sindicato (boletins, jornais, fóruns, encontros, etc.);
  • Ampliar a transformação da Casa do Professor como lugar efetivo de encontro e convivência entre os professores, com palestras, lançamentos de livros, discussões, cultura e lazer, enfim, num local de interação efetiva e afetiva;
  • Promover e estimular eventos (debates, seminários) que integrem a comunidade universitária (docentes, discentes e servidores administrativos) na discussão e encaminhamento de propostas para a construção democrática de uma UnB que cumpra seus objetivos e garanta a qualidade de ensino, da pesquisa e da extensão, sem prejuízo das diferenças.
  • Respeito e apoio às opiniões da maioria dos docentes, quer sejam expressas por meio de pesquisas de opinião, plebiscitos ou a Assembleia;
  • Defesa incondicional dos direitos do professor, seja em questões administrativas ou trabalhistas;
  • Aplicação de parte do caixa da ADUnB em benefício do professor, finalizando o projeto da sede, e implantando subsedes nos Campi;
  • Dar continuidade à apresentação mensal dos balancetes, disponíveis na secretaria, e à realização de auditoria externa e anual nas contas da ADUNB.

Plataforma relativa aos novos docentes e novos Campi


Um desafio novo será integrar os novos Campi e cursos à Universidade de Brasília, de forma a assegurar qualidade de ensino, de pesquisa e de extensão. A Chapa 1 tem uma profunda preocupação com o processo de expansão do REUNI, em especial quanto à expansão extra Darcy Ribeiro, no entanto sem desconsiderá-lo. Nesse sentido a Chapa 1 é composta por representantes destas novas unidades, pois acreditamos que isto confere a mesma importância aos professores novos e aos mais antigos. Investiremos nossos esforços em criar uma atmosfera política favorável à resolução dos problemas já apresentados. Discutiremos formas de avaliação dos resultados da expansão da UnB, buscando perspectivas positivas de organização. Alguns pontos terão atenção especial:

  • Instituição do Auxílio Moradia para os professores dos novos Campi, considerando que, para ficarem próximos do trabalho, grande número de professores mora em Águas Claras, Sobradinho, Planaltina, Gama e Taguatinga. A exemplo da proposta da CAC para o corpo discente, os professores devem perceber um auxílio, dada a inexistência de moradia funcional fora do plano piloto. Esse princípio segue o do auxílio alimentação e auxílio transporte, isto é, está de acordo com o princípio da isonomia;
  • Implantação do atendimento jurídico nos novos Campi;
  • Apoio à política de expansão, em especial na garantia de que o processo previsto termine como foi proposto inicialmente: o objetivo seria a entrega dos prédios adequados e quadro completo de professores, funcionários e técnicos;
  • Representação sindical nos Campi, sob forma de um posto avançado de atendimento, com autonomia relativa;
  • Adequação e reconhecimento do estatuto dos Campi no estatuto atual da UnB, tirando as novas unidades do 'limbo' jurídico atual;

Apresentação dos integrantes da Chapa 1


Rafael Morgado, candidato à Presidente, professor da Faculdade Gama


Possui graduação em Física pela Universidade Estadual de Campinas (1998), mestrado em Física pela Universidade de Brasília (2001) e doutorado em Física pela Universidade de Brasília (2004). Realizou estágio pós doutoral no departamento de Matemática da Universidade de Brasília, e atualmente é professor Adjunto I, na área de sistemas eletrônicos, com atuação no novo Campus do Gama da Universidade de Brasília. Também é bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq, nível 2F. Tem experiência em computação e programação paralela, com ênfase no desenvolvimento de arquiteturas para computação de alta performance em cluster e no desenvolvimento de aplicações científicas massivamente paralelas. Desenvolveu diversos algoritmos paralelos, dentre os quais algoritmos tipo Monte Carlo para simulação de processos estocásticos e implementações do algorítimo genético. Também tem experiência na área de Física Estatística e Processos Estocásticos, tendo publicado dezessete artigos científicos em periódicos internacionais, sendo dez classificados como Qualis A. Atualmente desenvolve pesquisas em computação de alta performance, buscando sistemas de hardware com melhor relação custo/benefício, além de desenvolver bibliotecas para programação científica e simulações de sistemas físicos.

Therese Hofmann, candidata à 1ª Vice-Presidente, professora do Instituto de Artes

Possui graduação em Licenciatura em Educação Artística pela Universidade de Brasília (1990), mestrado em Arte e Tecnologia da Imagem pela Universidade de Brasília (1999) e Doutorado em Desenvolvimento Sustentável (2008) pelo CDS/UnB. É professora Adjunta Dedicação Exclusiva do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade de Brasília onde atua desde 1991. Atualmente é Diretora Cultural da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel. Sua área de atuação é Artes, com ênfase em Arte Educação. Atualmente é coordenadora do curso de graduação de licenciatura em artes visuais a distância do Programa Prolicenciatura. Sua linha de pesquisa é Materiais em Arte e Papel Artesanal, atuando principalmente nos seguintes temas: materiais para arte educação, papel artesanal, reciclagem, reaproveitamento, celulose e papel, materiais em arte e inclusão social.
Já foi vice chefe do departamento de Artes Visuais em dois mandatos não consecutivos, Diretora da Diretoria de Esporte Arte e Cultura- DEA/DAC entre 1993-1997, Decana de Assuntos Comunitários entre 1997- 2005. Coordenadora do curso de graduação de licenciatura em artes visuais a distância do programa Universidade Aberta do Brasil entre 2007 - 2011.
Possui publicação na área de celulose e papel, papel artesanal e materiais em arte.
Detém duas patentes registradas no INPI: Reciclagem de Papel Moeda (1996) e Reciclagem de Bitucas de Cigarro(2003).


Paulo Sérgio França, candidato à 2º Vice-Presidente, professor da Faculdade de Medicina

Graduado em Medicina (1979) pela Universidade de Brasília, e possui mestrado e doutorado em Imunologia e Genética Aplicados pela Universidade de Brasília. Atualmente é Professor Adjunto IV da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Medicina , com ênfase em Saúde Materno-Infantil. Realiza pesquisas em malformação congênita, crescimento fetal intra-útero, técnicas de ultra-sonografia, genética clínica, saúde perinatal, Educação, desenvolvimento humano, saúde coletiva,saude da familia e Pré-natal. Foi vice-diretor da Faculdade de Ciências da Saúde (1998-2001).


Itiberê Saldanha, candidato à Suplente da Presidência, professor da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária

Professor da Universidade de Brasília - UnB desde 1988, lotado na Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária - FAV. Formado em Zootecnia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC/RS (1984), Mestrado em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (1988), Doutorado em Ciência Animal e Pastagens (Área de Concentração:Melhoramento Genético Animal) pela Escola Superior de Agricultura &Luiz de Queiroz /ESALQ da Universidade de São Paulo - USP (2004). Foi Chefe e Sub-Chefe do Departamento de Agronomia da UnB e primeiro Gestor da Área de Zootecnia da FAV, atualmente é membro do Conselho da FAV e do CONSUNI. Avaliador de Curso de Nível Superior do Ministério da Educação - MEC e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEPE. Coordenador da Prova de Ganho de Peso Bovinos de Corte da Universidade de Brasília - UnB. Ministra as disciplinas: Melhoramento de Genético Animal , Zootecnia Geral e Tópicos Especias em Zootecnia II Melhoramento Animal. Tem experiência na área de Zootecnia, atuando principalmente nos seguintes temas de pesquisas: Melhoramento Genético Animal , avaliação genética, Melhoramento de Bovinos de corte, modelos matemáticos, estimação de componentes de (co)variância, regressão aleatória, fatores ambientais, características de crescimento bovinos de corte, bovinos de corte, efeitos maternos, raça guzerá, Agronegócio na Pecuária de Corte, estudo de sistemas de produção na pecuária de corte, pesquisa em confinamento de bovino de corte, modelagem para otimização de sistemas de produção animal.


Sandra Luz, candidata à Secretária Geral, professora da Faculdade Gama


Possui graduação em Engenharia Industrial Química pela Faculdade de Engenharia Química de Lorena (2001), mestrado em Biotecnologia Industrial pela Faculdade de Engenharia Química de Lorena (2004) e Doutorado em Biotecnologia Industrial pela Escola de Engenharia de Lorena/USP. Desenvolveu atividades de pesquisa no Instituto Superior Tecnico de Lisboa em Portugal em 2006 (Doutorado Sanduíche) e entre 2008-2009 (Pós-doutorado em Ecodesign). Tem experiência na área de Engenharia Química, com ênfase em Tecnologia Química e Biotecnologia Industrial, atuando principalmente nos seguintes temas: fibras naturais, celulose, compósitos, processamento de compósitos, morfologia, modificação química, análise de ciclo de vida e ecodesign. Durante sua vida acadêmica foi ganhadora de 3 prêmios na área de compósitos reforçados com fibra natural e já publicou 12 artigos em periódicos internacionais. Atualmente é professora na Universidade de Brasília, atuando na área de Engenharia de Energia.


Jaime Santana, candidato à 1º Secretário, professor do Instituto de Biologia


Jaime Martins de Santana é biólogo pela UnB com mestrado em biologia molecular - UnB - 1988 e doutorado em Imunologia e genética - UnB/Universidade de Poitiers-França - em 1993. Foi Prof. visitante no Museu de História Natural de Paris (1994, 1995 e 1999) e pesquisador associado da Northwestern University - Chicago - em 1997/98. É professor do Departamento de Biologia Celular da UnB desde 1989 (atualmente é Prof. titular). Foi Chefe do Departamento de Biologia Celular, membro de vários conselhos da UnB e Coordenador, por 3 mandatos, do Programa de Pós-Graduação em Patologia Molecular-Faculdade de Medicina. É membro do Comitê Medicina I da CAPES de avaliação de Pós-Graduação.
A linha de pesquisa principal é caracterização molecular e funcional de alvos de drogas em Trypanosoma cruzi e outros patógenos. Também atua em entomologia molecular de vetores de doenças tropicais. Os projetos referem-se a aspectos da biologia molecular, biologia celular, enzimologia, bioquímica e biologia estrutural de enzimas candidatas a alvos de drogas tripanocidas para quimioterapia da Doença de Chagas e outros patologias. Publicou 48 trabalhos em periódicos especializados, orientou 11 dissertações de mestrado e 6 teses de doutorado.


Moisés Balestro, candidato à Suplente da Secretaria, professor da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária

Possui mestrado em Administração pela UFRGS (2002) e Doutorado em Ciências Sociais pela UnB (2006). É Professor Adjunto III da Faculdade de Agronomia e Veterinária (FAV). Atua no Programa de Pós-graduação em Agronegócios (PROPAGA) e no Centro de Pesquisa e Pós-graduação sobre as Américas (CEPPAC). Pesquisador na área de sociologia econômica. Suas áreas de interesse são diversidades do capitalismo, construção social de mercados, inovação e desenvolvimento e desenvolvimento rural. É membro da Society for the Advancement of Socio-Economics (SASE), da IberoAmerican Academy of Management, da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) e da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER). Possui artigos em periódicos e capítulos de livros em temas sobre políticas públicas de emprego, desenvolvimento, inovação e gestão. Foi Coordenador de Graduação do curso de Gestão do Agronegócios do Campus de Planaltina (2007-2009) e Coordenador de Pós-Graduação do PROPAGA (2009-2011). Foi também representante do Campus de Planaltina no CEPE (2007-2009).

Eurípedes da Cunha - candidata à 1ª Tesoureira, professora Aposentada do Departamento de Antropologia da UnB


Eurípedes da Cunha Dias é professora aposentada Adjunta do Departamento de Antropologia da UnB. Possui graduação e Licenciatura em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Goiás (1961), Mestrado pelo Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro (1974) e Doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo ((1991). Foi a primeira diretora em campo do Campus Avançado Aragarças- Barra do Garça (1970), Coordenadora do Curso de Graduação de Antropologia Social (1982 e 1992), coordenadora da Coordenadoria de Desenvolvimento Educacional do Centro de Acompanhamento e Desenvolvimento Educacional /CADE (1987), sub chefe do Departamento de Antropologia (1992) e Coordenadora do Programa de Pós- Graduação em Antropologia Social. Ministrou aulas nos cursos de graduação, mestrado e doutorado. Os principais temas de pesquisas realizadas foram: movimentos religiosos, pequeno produtor e movimentos sociais.


Anderson Nascimento, candidato à 2º Tesoureiro, professor da Faculdade de Tecnologia

Possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília (1998), mestrado em Information And Communication Engineering - University Of Tokyo (2001) e doutorado em Information And Communication Engineering - University Of Tokyo (2004). Antes de retornar a sua alma mater, o professor Nascimento foi pesquisador permanente da Nippon Telegraph and Telecom Corp. Atualmente é professor adjunto da Universidade de Brasília, coordenador de graduacao do curso de engenharia de redes de comunicação e coordenador acadêmico do mestrado profissional em informatica forense do departamento de engenharia elétrica (organizado em parceria com a Polícia Federal -- Ministério da Justiça). É revisor dos periódicos IEEE Transactions on Information Theory , IEICE Transactions on Fundamentals of Electronics, Journal of Physics A, Journal of Cryptology, dentre outros. Tem experiência nas áreas de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação, com ênfase em Segurança da Informação e Criptografia. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq (nível 2). O prof. Nascimento é membro efetivo do programa de pós-graduação em engenharia elétrica e do programa de pós-graduação em informática da universidade de Brasília, tendo participado ativamente da criação de ambos os programas. Orientou 14 alunos de mestrado e 1 aluno de doutorado. Ele publicou algumas dezenas de artigos em conferências e periódicos científicos de alto prestígio e é detentor de uma patente internacional. O prof. Nascimento é revisor ad-hoc da FINEP, CNPq e da FAPDF e já prestou consultoria para diversas empresas como SAGEM-ORGA, Dell Computers, Nortel Networks, Q-Free, etc. O professor Nascimento é consultor da Agência Brasileira de Inteligência e vice-coordenador da comissão especial de segurança da informação da sociedade brasileira de computação (SBC). O professor Nascimento foi cordenador do comitê de programa do IX Simpósio Brasileiro de Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais e também foi o coordenador geral da XI edição do mesmo evento.


Bernhard Enders, candidato à Suplente da Tesouraria, professor da Faculdade de Planaltina


Licenciado em Física pela Universidade Federal de Uberlândia (2000), possui mestrado (2002) e doutorado (2007) em Física teórica pela Universidade de Brasília. Atualmente é professor adjunto da Universidade de Brasília lotado no campus de Planaltina. Professor com mais de 15 anos de experiência no magistério, ministra disciplinas de Física e Computação. Possui experiência profissional em teoria da computação, linguagens e técnicas de programação, estrutura de dados, desenvolvimento de sistemas para a web, programação paralela massiva e estrutura eletrônica de materiais semicondutores nanoestruturados.

Nos dias 8 e 9 de Maio, vote Chapa 1 - ADUnB para os professores: União, Valorização e Eficiência

segunda-feira, 23 de abril de 2012


Análise de conjuntura


Vivemos um momento de crise na Universidade de Brasília, com salários achatados e carga horária excessiva, além da falta de apoio efetivo para o exercício pleno das atividades docentes nos três pilares fundamentais: ensino, pesquisa e extensão. Paradoxalmente, a crise em nossa universidade contrasta com um momento de elevados investimentos públicos nas universidades federais. Neste contexto, a defesa contundente dos interesses e direitos dos professores é o nosso compromisso maior. Estimular o debate garantindo a diversidade de ideias e opiniões é, para nós, um valor fundamental. A ADUnB deve ser independente do governo; isto implica que não pode se submeter aos interesses da administração pública que sejam diversos daqueles de seus associados. A construção de um forte movimento em defesa da universidade pública e gratuita exige a unidade dos segmentos da comunidade universitária, com o respeito às suas especificidades. Conclamamos todos os professores a se unirem a nós por uma UnB plural, transparente, democrática, ética e cumpridora de seus objetivos que expressam as necessidades genuínas dos professores. Respeitar a independência de cada segmento, sem perder de vista nossos interesses comuns, é nosso compromisso.
A eleição para a diretoria da ADUnB ocorrerá nos dias 8 e 9 de maio. Temos ciência de que a presente eleição ocorre num momento de intensa luta política, que demandou a mobilização da comunidade docente, o que pode ser verificado pelo significativo incremento no número de associados (mais de 2000) e na participação massiva no plebiscito mais participativo e representativo da história da nossa Associação. No entanto, a participação docente pode e deve aumentar. Hoje temos à disposição diversos meios de comunicação que facilitam a participação e a integração dos professores. Além das ferramentas tradicionais, como pesquisas de opinião e plebiscitos, as ferramentas da internet destacam-se neste contexto, e com o aval dos associados, devem ser utilizadas com maior intensidade. Consultas eletrônicas, debates virtuais, divulgação em redes sociais e as diversas ferramentas de comunicação virtual podem ajudar a qualificar e a democratizar o debate.
Queremos aproximar ainda mais a ADUnB dos professores, fisicamente e virtualmente. Uma maior aproximação dos professores se traduz no respeito à pluralidade. Repudiamos o sectarismo e a instrumentalização da entidade sindical por partidos políticos e grupos minoritários. Os movimentos sociais devem ter a soberania para utilizar os instrumentos de luta adequados a cada conjuntura. Continuaremos a ter uma postura pró-ativa em relação aos graves problemas enfrentados pela universidade e pela sociedade.